24 maio 2009

FESTIVAL DE TEATRO CIDADE DO RIO DE JANEIRO


QUERIDOS AMIGOS,


VÁ AO TEATRO! NESTE MES DE MAIO E JUNHO, ESTÁ ACONTECENDO O MAIOR EVENTO DE ARTE QUE ESTÁ EM SUA SÉTIMA EDIÇÃO, QUE É O FESTIVAL DE TEATRO CIDADE DO RIO DE JANEIRO, QUE ACONTECE NO TEATRO PRINCESA ISABEL EM COPACABANA - RIO DE JANEIRO.


PEÇAS ADULTAS: TERÇAS, QUARTAS E QUINTAS-FEIRAS, ÀS 21:00 hs.


PEÇAS INFANTIS: SÁBADOS E DOMINGOS, ÀS 17:00 hs.


ESTAREMOS ESPERANDO TODOS LÁ NO TEATRO!


JOSÉ EUDES

01 maio 2009

Molière, o gênio francês que reescreveu a Commédia Dell'Arte na França do século XVII.


"Molière e a Comédia de Sociedade".


É uma curiosa indicação da complexidade do homem e seu mundo que a Era de Corneille e Racine tenha sido também a Era de Molière. Pois enquanto a tragédia estava erigindo uma torre de poderosa dignidade, a comédia estava ocupada em demoli-la. Enquanto a tragédia investia a sociedade aristocrática e da alta classe média com vestes cravejadas de jóias, a comédia as arrancava ate pôr a nu a truanesca roupa de baixo e qual a sociedade que não usa por baixo uma roupa de truão? Aqui, novamente, a França do século XVII assumiu a liderança da conjunção de uma era e de um temperamento surgiu uma grande figura que lança sua ampla sombra sobre todo o teatro europeu, Molière, o mestre cômico da dramaturgia moderna. O temperamento cômico de Molière e seu aspecto comum é o de uma observação desinteressada, como se estivesse vigiando um movimentado campo e tendo o lazer de dardejar as partes escolhidas sem qualquer ansiedade agitada. Molière não era um reformista do gênero militante,a indignação não se constituía numa prova de bom gosto quando o ideal predominante da sociedade francesa era o equilíbrio da razão. Simplesmente ria, conseqüentemente seu método cômico era seguro e límpido.


A maior parte de suas peças foi escrita nos formais versos alexandrinos, com uma adesão geral às unidades de tempo, lugar e ação. Mesmo quando tinha mais de uma trama nas mãos, sua estória permanecia lúcida e os acontecimentos eram escrupulosamente equilibrados. Seu estilo era lúcido mesmo nos momentos mais tensos, e contido mesmo nos momentos mais lúdicos, pois sua risada estava, no melhor dos casos, sem deixar de ser uma risada, "mais próxima de um sorriso", era em suma "o humor do cérebro". Nas comédias de Molière a Justiça é sempre feita, não há intrusão do homem de sentimentos ou preconceitos para prejudicar o tom equilibrado de sua forma cômica, apenas no que diz respeito a essa balanceada abordagem da humanidade é que as palavras de Bérgson, "o riso é incompatível com a emoção" são verdadeiras no caso de Molière. A comédia humana de Molière catorze anos depois de Corneille mas, dezesseis anos antes de Racine, aos 15 de janeiro de 1622 nasce Jean-Baptiste Poquelin (Molière). Educado na casa de seu pai, um próspero tapeceiro, o rapaz recebeu todos os confortos sem ser estragado pelos excessos. Ademais, em breve o pai viu-se ligado à corte como um dos oito valets de chambre tapissiers do rei, homens que estavam encarregados das tapeçarias e das mobílias reais. O título deu ao velho Poquelin alguma posição social; afora isso, a obrigação de freqüentar os palácios do rei durante três meses por ano representavam uma abertura suficiente para o circulo fechado que seu filho, viria a satirizar de forma tão ínfima.


O rapaz logo começou a demonstrar dotes para a mímica, aos quinze anos ficou com o pai, cujo oficio já devia ter aprendido a essa altura, embora sem grande aplicação. Em 1636, o ano de O Cid e do famoso ensaio de Descartes sobre os processos da razão. O Discurso do Método, entrou na melhor escola de Paris, o Collège de Clermont. Instruídos pelos Jesuítas, que produziram tantos livres-pensadores com seu excelente currículo, Molière adquiriu o firme domínio da lógica e da retórica, aí também se familiarizou com a comédia romana e seus dotes histriônicos foram estimulados pelos mestres, que não apenas incentivavam a declaração pública como pediam aos alunos para representar peças latinas escritas pelos professores de poesia e retórica. Além disso, travou lá uma valiosa amizade com o jovem príncipe de Conde et Chapelle, Molière, o futuro cético, provavelmente deveu muito à instrução formal que recebeu desse homem brilhante que conhecia todos os ramos da ciência, correspondia-se com Kepler e Galileu e era um admirador de Lucrécio. Não deixa de ser significativo o fato de que o primeiro esforço literário de Molière tenha sido uma tradução do tratado poético de Lucrécio sobre o epicurismo e a teoria atômica, De Rerum Natura. Se tornou necessário ao rapaz escolher uma carreira, enveredar pelo Direito, mas o teatro exercia um fascínio muito grande sobre alguém que era um ator por natureza e de há muito sentia–se atraído pelos comediantes italianos que representavam em Paris.


Em julho de 1643, entrou para uma companhia amadora que trabalhava numa quadra de jogo de péla e ostentava o grandiloqüente nome de L’Illustre Théâtre, o grupo mudou-se para uma quadra de tênis mais ampla e começou a cobrar ingressos mas os resultados foram desastrosos, a companhia reorganizada, contava agora com o bufão Dupare, conhecido por Gros-René e a ruiva e perfeita Madeleine Béjart, que conquistou o coração de Molière. Provavelmente com o fito de poupar ao pai embaraço de ter um ator na família, o jovem Poquelin mudou o nome para Molière e rapidamente se devotou à empresa. Em 1644, a companhia fez uma estréia formal num bom teatro, mas os resultados teimavam em não aparecer e Molière não apenas se endividou pesadamente como acabou sendo encarcerado durante uma semana por seus credores. Contudo, a pequena companhia partiu para a província e, amadurecido por três anos de luta em Paris, aos vinte e cinco anos de idade, Molière estabeleceu-se no difícil negócio de criar uma bem-sucedida companhia ambulante. Tornou-se um astuto empresário cujo gume foi naturalmente afiado por doze anos de perambulações, havia de doze a quinze companhias nas mesmas condições, a competição era forte e as privações e humilhações eram muitas pois que os atores não possuíam "status social" e eram forçados a enfrentar um grande número de leis puritanas. Mas a experiência era inapreciável e a companhia converteu-se no mais perfeito grupo de comediantes do reino. Foi crucial sua estada em "Lyon",onde permaneceram durante algum tempo.


Ali Molière, fez-se um ator rematado, seus gestos eram ligeiros, seu poder de sugestão, profundo; ademais, era um excelente orador informal. Ali também dominou a arte de escrever para teatro, combinando os truques e tipos característicos da comédia italiana com sagaz observação da vida francesa. Em Lyon produziu uma dúzia de peças. Sua primeira obra importante. L’Etourdi (O Aturdido), peça de cinco atos em alexandrinos rimados, seguia as escapadas do astuto criado Mascarille que planeja inúmeros artifícios para auxiliar o caso de amor de seu amo Lélie, apenas para vê-los arruinados pelo amante com sua atabalhoada interferência. A peça obteve um êxito notável e a companhia ganhou novos membros, entre os quais o excelente Lagrange e Mademoiselle Debrie que suplantou Madeleine Béjart nas afeições de Molière. Molière aproveitou esses tempos de experiência, sua saúde incerta melhorou no clima quente e sua carreira de autor ganhou pleno impulso. Aconselhados por amigos a instalar a bem-sucedida companhia nas imediações de Paris, Molière levou seus atores a Rouen. Lá o irmão mais moço de Luís XIV, o Duque d’Anjou se tomou sob seu patrono e aos 24 de outubro de 1658, fizeram finalmente a reverencia ao Rei no salão da guarda do antigo Louvre. Inconscientes de suas limitações no campo trágico, cometeram o erro de apresentar uma obra de Corneille, Nicomède.


Mas, Molière adiantou-se após a conclusão da tragédia e pediu permissão ao rei para apresentar um de seus sazonados interlúdios. Sua oferenda era apenas a farsa ligeira Le Docteur Amoureux, ( O Doutor Enamorado), mas foi tal o favor obtido que a companhia recebeu permissão para usar o teatro do Petit-Bourbon durante alguns dias da semana, assim o teatro era dividido alternadamente entre os atores franceses e uma companhia de comediantes italianos. Lá, numa plataforma rasa de uns cem pés por quarenta, frente a uma platéia ocupada por plebeus que permaneciam em pé circundada por galerias divididas em camarotes para as damas, Molière dispunha quase de um teatro elisabetano. O cenário não era amplo, o palco da casa totalmente fechada onde as peças eram encenadas no fim da tarde apresentavam-se parcamente iluminado por velas, e os atores esbarravam nos janotas sentados na plataforma. A não ser quando encenava na corte uma comédia-balé teatralmente engenhosa, Molière via-se às voltas com condições físicas inadequadas e difíceis, precisava de um humor continuo e vigoroso se desejava superar tais limitações. A obra de Molière precisava combinar a polidez com a vivacidade, a commedia dell’arte , com a alta comédia. Continuou a representar tragédias ou peças heróicas de Corneille e chegou a tentar escrever uma pessoalmente, à lamentável Don Garcie de Nayarre.


Molière tinha quarenta anos, idade perigosa para um solteirão inflamável, no mesmo ano de 1662, marcou o início de seus infortúnios privados. Madeleine Béjart possuía uma irmã mais jovem, Armande, que atingira a maturidade sob seus próprios olhos, ele dera-lhe um papel central em Escola de Maridos e a jovem mostrava-se eficaz para a coqueteria no palco, Molière encontra no teatro um negócio lucrativo, mantinha excelentes relações e possuía amigos de influencia, afora isso, recebia suas visitas com demonstrações de prodigalidade. Estava pronto para o deleite de um novo romance, por outro lado, Mademoiselle Debrie, sua amante e leal amiga, estava mais próxima de sua própria idade que a jovem e fascinante atriz, contra todo seu melhor discernimento, Molière cortejou Armande e infelizmente foi aceito, sob a supervisão do esposo ela se transformou numa atriz consumada que era igualmente eficaz em papeis delicados e indelicados, e assim sendo, daí em diante Molière escreveu suas peças com o objetivo de mostrar o talento da jovem Armande. Esta também lhe deu três filhos, dos quais apenas um sobreviveu ao pai, mas, afinal de contas era vinte anos mais velho que ela e Destarte o supremo satirista dos maridos ciumentos, e traídos, tornou-se assaz ironicamente, um tema adequado para suas próprias peças. Ela era uma oportunista, fátua, frívola e calculista que tornou seu curiosamente apaixonado marido tão miserável na vida particular, quanto se mostrava alegre em público. A partir daí seu riso tornou-se "algo vencido", Luís, ávido por divertimento, considerava Molière, um simples provisor de alegria e ficou surpreso quando Boileau lhe disse que o comediógrafo era um grande homem,mas ainda que Molière continuasse perceptivelmente a considerar a diversão como seu principal negocio, sua arte estava se desenvolvendo em escopo e seriedade.


É significativo que sua contribuição para os festivos Prazeres da ilha Encantada , em Versailles em 1664 não fosse a costumeira bagatela mas sim uma versão em três atos de sua grande sátira contra a hipocrisia religiosa Tartuffe (Tartufo). E mesmo Luis foi obrigado a reconhecer que seu bobo da corte havia ultrapassado as medidas. O rei o proibiu de apresentar a peça em público, e cinco anos iriam passar-se até que o público da cidade pudesse ver a peça no palco em sua forma reelaborada e final. A França era varrida por uma reação contra a crescente vaga de ceticismo religioso e cientifico, o pensamento liberal era denunciado pelas seitas religiosas, entre as quais as mais ativas eram os jesuítas e os Jansenistas, a devoção se transformava em moda e nem toda as suas manifestações eram desinteressadas e sinceras. Tartufo era a encarnação da devoção egoísta e desonesta, e o drama que o mostrava insinuando-se em um honrado lar e virando-o de cabeça para baixo com suas intrigas resultou em poderosíssima sátira, custou ao autor ser acusado de ateu por aqueles cujas sensibilidade haviam sido ofendidas. Insistiu que não havia atacado a religião e sim a forma pela qual podia ser usada para disfarçar o interesse próprio, ademais, Molière teve a sabedoria de lembrar que o objeto da comédia é o riso e a diversão, Tartufo é uma força tanto ridícula quanto sinistra. Apresentado no teatro do Palais-Royal em 1666, "O Misantropo", não logrou rápida popularidade, prescindia da ação vigorosa ou espetacular e apelava para a inteligência, é a mais fria e olímpica de suas comédias.


A peça simplesmente gira ao redor de Alceste, um homem reto cujo desgosto para com as loucuras, afetações e corrupção da época chega às raias da obsessão o mundo social que adeja à sua volta é uma coleção de almofadinhas, bajuladores, intrigantes e namoradores. Julga impossível conviver com eles, ainda que seu leal amigo Philinte lhe aconselhe cautela, o ponto fraco em sua couraça é o amor que por uma mulher incuravelmente flertadora, à qual como acontecia com o próprio Molière ama em oposição ao que lhe fiz o melhor discernimento. Mas a despeito da paixão que sente por ela, não consegue violentar-se a ponto de aceitar o mundo de intriga que é o habitat natural da moça, perseguir a integridade sem levar em consideração as realidades sociais e exigir o impossível de uma mulher superficial só podiam conduzir a um desastre pessoal, a sociedade, como ele a descreve, não pode ser reformada porque o gênero humano é fundamentalmente corrupto. Amphitryon (Anfitrião), a comédia de Plauto sobre o divino leito conjugal, e pela obra mais acerba, mas a peça que marcou, de fato, um retorno à sátira, e sua obra seguinte L’Avare (O Avarento), baseada na Aululária, do mesmo Plauto, trata-se de uma caricatura da avareza e da cobiça, tendo algum parentesco com o Volpone, de Bem Jonson. Molière criou uma obra-prima final com Les Femmes Savantes (As Sabichonas), em "As Sabichonas" escreveu uma de suas comédias mais serenas, Molière criou uma casa de mulheres que buscam o saber com o agitado ardor de um bando de grasnantes gansas, a moda do preciosismo entre as damas literatas vinha crescendo novamente sob a forma de um cultivo pretensioso e superficial dos clássicos e das ciências, e já era tempo de extirpá-la mais uma vez.


A maneira pela qual as novas preciosas são derrotadas por uma cativante filha da casa cuja felicidade é ameaçada pelo pedantismo das outras se constitui no eixo desta comédia de caracteres finamente cinzelada, mais uma vez, indignaram-se a pedante e esnobe Madame de Rambouillet e sua corte. Mas Trissotin, o bombástico xodó dos salons, foi totalmente afastado de Paris depois que Molière o caricaturou na figura de Tricotin, tornou-se o objeto de ridículo de toda a capital e abandonou o púlpito que ornamentara com sua presença. A saúde de Molière, porém, começa a falhar, durante quase toda a vida sofrera de tuberculose e agora a doença ganhava terreno com rapidez, teve tempo de escrever apenas mais uma peça; bastante apropriadamente, uma sátira à classe médica de sua época que nada podia fazer para agudá-lo Le Malade Imaginaire ( O Doente Imaginário), Molière interpretou Argan pessoalmente, e sua aparência física só podia realçar o realismo da interpretação, não desejando causar qualquer perda finalmente à sua fiel companhia, não levou em consideração o conselho de amigos e compareceu à quarta apresentação da peça numa situação critica. Foi tomado por convulsões e morreu no palco, aos 17 de fevereiro de 1673, nos braços de uma irmã de caridade enquanto os padres se recusavam a ministrar-lhe a extrema unção porque fora um ator, a Igreja aprovou a conduta de seus ministros e negou ao corpo o sepultamento no cemitério paroquial.


O funeral foi adiado por quatro dias e teve a necessária intervenção do rei para que o maior homem de sua época pudesse ser enterrado com uma cerimônia simples da qual foi omitido o serviço solene. Sobre este grande ator e dramaturgo, tenho a felicidade de narrar aos amigos, que durante minha passagem por 15 anos na Cia Teatral Maison de France, tanto aqui no Rio como em Montmartre na minha linda e saudosa Paris, tive a oportunidade de fazer quase todas as peças de Molière, pois sou apaixonado pela a Ode deste grande homem do teatro francês e que me influenciou a ponto de estudar teatro na L'École de Acteurs du Théâtre et Arts Maison de France, de onde me aperfeiçoei como ator e grande intérprete de sua obra e que me fez arte-educador de teatro, especializando-me na Commédia Dell'Arte francesa re-inventada por Jean Baptiste Poquelin - Molière.


Paz & Bem à Todos!


José Eudes

"O QUE DISSE ALLAN KARDEC SOBRE A ARTE"


"O QUE DISSE ALLAN KARDEC SOBRE A ARTE"


ASSIM DISSE ALLAN KARDEC EM "OBRAS PÓSTUMAS" SOBRE AS ARTES EM GERAL:


"(...) O ESPIRITISMO ABRE A ARTE UM CAMPO NOVO, IMENSO E AINDA INEXPLORADO, E QUANDO O ARTISTA REPRODUZIR O MUNDO ESPÍRITA COM CONVICÇÃO HAURIRÁ NESSA FONTE AS MAIS SUBLIMES INSPIRAÇÕES, E O SEU NOME VIVERÁ NOS SÉCULOS FUTUROS, PORQUE AS PREOCUPAÇÕES MATERIAIS E EFÊMERAS DA VIDA PRESENTE, SUBSTITUIRÁ O ESTUDO DA VIDA FUTURA E ETERNA DA ALMA".


SAUDADES & BEIJOS EM TODOS OS BLOGUEIROS DO AGORA BLOGSPOT!


PAZ & BEM!


JOSÉ EUDES

"DE VOLTA AO VERDADEIRO TEATRO, DA CURA COM A PERMISSÃO DO MESTRE JESUS"


Queridos Amigos,


Vejam como são as coisas e graças ao véu do esquecimento que nos é colocado no ato de reencarnarmos neste Planeta, podemos realmente sentir como a presença constante do nosso Pai Celestial em cada dia de nossas vidas e sabemos muito bem que um dia nunca é igual ao outro (Que ótimo) e que a espiritualidade se encarrega as vezes nos pregar um susto ou no mínimo de nos lembrar dos compromissos assumidos antes de regressar a esse cantinho de provas & expiações, mas logo a seguir nos mostra o caminho a trilhar dentro dos serviços também assumidos aqui como trabalhador da seara do nosso amado Mestre Jesus, iniciados depois da forte turbulência que passei com meu retorno da Europa no começo dos anos 80.


Os motivos pelo o qual me trouxeram a Florença neste início de ano (Janeiro 2009) e depois de um longo tempo sem pisar nesta terra e do qual quase já tinha me esquecido o bem que ela me fez nos gostosos mas também um pouco tenebrosos anos 70, já é de total conhecimento de voces, em carta deixada à todos aqui no meu singelo blog: A doença do meu melhor amigo e grande ator, diretor, produtor e arte-educador de teatro e responsável pelos os meus melhores momentos nos palcos da Europa e grande irmão da vida, Lucca Di Steffano. Que a princípio e como sua esposa e seu pai me reportaram em conversas diárias pelo o skipe, me parecia em estágio final e por isso pensava que ficaria no máximo 1 mes.


Após a minha chegada e depois de me reunir com toda a família e meu amigo no no hospital, além de sua equipe médica é que vim a saber do verdadeiro motivo da sua piora, quase chegando ao nível pré-obtuário, onde graças à Deus e ajuda dos nossos amigos espirituais isso não aconteceu e não aconteceu porque realmente não tinha chegado a sua hora, porém, há várias formas de se tirar uma vida certo? O fato que auxiliado por guias médicos das correntes espíritas da equipe do nosso grande Dr. Bezerra de Menezes e Ramatis, pudemos implementar paralelamente e juntamente com os nossos irmãos médicos encarnados e que cuidavam do meu amigo, conseguimos convencê-lo a iniciar o mais rapidamente possível, todo o planejamento médico quimioterápico terreno e espiritual de imantação através de profundas intervenções médicas mediúnicas para a rápida recuperação de seu metabolismo por imersão fluidal e com isso, junto com as aplicações de quimioterapia, o seu percentual de resistência imunológica física e espiritual chegou rapidamente na casa de 70% que é considerado um ótimo número para pacientes em seu estágio.


À partir daí e com maior aceitação e compreensão dos fatos ocorridos, o Lucca desenvolveu um novo ânimo e renovada vontade de viver, e segundo seu relato, tudo isso aconteceu com a minha chegada, pois segundo ele e seus familiares o mesmo não partiria desta vida enquanto não me reencontrasse novamente e esse foi o real motivo que me fez largar tudo e todos para ir ao seu encontro, mas sabia que não ia sozinho, pois ao nos encontrarmos e a promessa de cumprir com todas as etapas de recuperação planejada pela a equipe médica, o quadro começou a melhorar e meu amigo reagir e se recuperar rapidamente diante do estágio que se encontrava de quando cheguei como já relatei acima.


Em detrimento disto, tive que refazer todos os meus planos de retorno ao Brasil e também de vida, pois, assumi novos compromissos a seu pedido/intimação e que na verdade naquele momento eu era um bom reforço para seus projetos e negócios que era: A retomada dos ensaios da nova peça (As Últimas Confusões de Arlequim) que ele tinha escrito com seu pai o velho Di Steffano que é o principal ator da Itália de Commédia Dell'Arte e onde o meu amigo é o segundo melhor, pois os atores da sua Cia Teatral encontravam-se quase sem rumo e abalados psicologicamente pelo o problema de seu diretor, ator, preparador, pensador e seu comandante e que estava com data remarcada de estréia da sua nova temporada para julho na Cidade de Praga e por mais 15 países da Europa e EUA.


Passei a ser seu companheiro de quarto, onde a nossa convivência diária estava lhe fazendo muito bem, pois além de planejarmos todas as etapas e do cronograma de ensaios juntamente com seu pai na supervisão geral eu na direção artística e sua esposa Giovanna na preparação corporal e Pietrângelo Di Carlo na preparação vocal começamos a refazer planos parados e engavetados no tempo e não preciso também dizer o que isso representou para mim, diante de tudo que fizemos no passado quando fizemos parte da Cia Teatral Maison de France e também na L'École d'Acteurs de Arts Cénnique du Théâtre em Montmartre - Paris, onde durante 5 anos tivemos a oportunidade de fazer mais de 20 peças, estudar numa escola francesa de teatro e dividirmos um apartamento juntos como dois irmãos, fora a oportunidade de conhecer bem de perto a Commédia Dell'arte feita e criada por uma família que é considerada por mais de 300 anos os melhores da Europa nesta arte, através do seu bisavô, avô, pai e pelo meu amigo Lucca Di Steffano.


O passo seguinte e que não esperava, foi o convite por parte do Lucca, Giovanna e o Velho Di Steffano, para substituí-lo nas aulas de interpretação e improvisação em suas duas escolas de teatro em Roma e Florença nas turmas que estão se formando agora no final de junho próximo, como também, ao lado de seu pai (O Mestre) de Giovanna e Pietrângelo, a missão de começar a ensaiar como ator o um dos personagens título da peça, que no ano passado segundo ele ao me convidar a voltar a Europa para integrar a sua Cia de Teatro, esta seria a grande surprêsa para mim e que na ocasião não pude vir, aceitar e retomar a minha carreira de ator por onde tudo começou prá mim aos 15 anos.


Bem meus amigos, depois de tudo isso que está acontecendo e que não podia dizer não ao meu melhor amigo e que no passado muito me ajudou e que tanto lhe devo tanto profissionalmente como particularmente, é que estou longe da minha família e que só verei em julho durante as férias das crianças e com os ensaios da Cia e as aulas, onde de segunda à sexta-feira dou aula à noite na escola de Florença e durante boa parte do dia das 11:00 às 19:00 h ensaiamos os atores para a temporada e toda sexta-feira pego o trem juntamente com a Giovanna, Pietrângelo e o Mestre Di Steffano à 01:37 da madrugada e viajamos para Roma, onde aos sábados damos aulas no formato intensivão para a turma da outra escola das 09:00 à 21:00 h.


Depois fazemos uma reunião e avaliação dos trabalhos, jantamos e retornamos no mesmo trem e horário dormindo nas cabines até chegar bem cedinho num domingo frio de zero grau em Florença, logo seguindo para o hospital para nos reunimos com o Lucca para planejarmos as etapas seguintes tanto de aulas como da Cia Teatral e aí almoço na casa dos Steffanos e depois vou para o teatro ensaiar com o seu pai, Giovanna e Pietrânelo até às 23:00 h como podem ver, a carga de trabalho é muito pesada, sem tempo para passear e curtir um pouco pelo menos os outros amigos que tenho na Europa, mas feliz por tudo que está acontecendo e pela a recuperação maravilhosa do Lucca, e por um motivo muito especial para mim, pois esta semana soube por sua equipe médica que existe grandes possibilidades devido a sua ótima recuperação, dele integrar a Cia no meio da temporada, justamente no meio da temporada Européia, quando estaremos estreando em Paris em agosto ou setembro e onde tudo começou há 35 anos, não vejo a hora de reencontrá-lo nos palcos da vida, para reeditar a velha dupla mambembe e fazer ao lado deste grande ator, diretor, produtor e irmão mais velho o que mais amo, teatro como ator, dar aula como arte-educador e direção teatral com verdadeiros mestres e profissionais na minha verdadeira casa e que o Mestre Jesus assim permitiu e nos reuniu em torno do vosso nome, pois seja sempre feita a vossa vontade.


Sendo assim, e diante dos relatos acima, já é certo que fico por aqui o ano de 2009, voltando muito rapidamente e durante poucos dias para ver a família nos intervalos das apresentações que não sei ainda quando acontecerá devido ao cronograma de apresentações que está sendo fechado pela a produção e em fase final de confecções dos cenários e provas de figurinos, quando souber das referidas datas, estarei informando aos amigos e lançando aqui nesse cantinho que chamo de "Seara das Artes".


P.S.: Estou chegando nesta sexta-feira (01/05/2009), para matar as saudades da família que ficou no Brasil e dos amigos, além de um compromisso que tenho todos os anos, que é participar do Festival de Teatro da Ciadade do Rio de Janeiro, onde faço parte do corpo de jurados e que acontece durante todo o mes de maio no Teatro Princesa Isabel em Copacabana, onde convido à todos para assistir a grandes espetáculos e a nova safra de atores, diretores e dramaturgos, ainda desconhecidos e que em breve estarão no mercado de trabalho profissional, pois esta é a grande magia e nobre missão dos festivais de teatro. A de lançar novos valores!


Um grande beijo no coração de voces.


Paz & Bem Meus Amigos!


Fraternalmente.


José Eudes

O QUE É O ESPIRITISMO?

O ESPIRITISMO (ou DOUTRINA ESPÍRITA) não tem o caráter isolado de uma ciência, de uma filosofia ou de uma religião, porque é, ao mesmo tempo, CIÊNCIA, FILOSOFIA e RELIGIÃO.

É CIÊNCIA, porque investiga, experimenta, comprova, sistematiza e conceitua leis, fatos, forças e fenômenos da vida, da natureza, dos pensamentos e dos sentimentos
humanos.
É FILOSOFIA, porque cogita, induz e deduz idéias e fatos lógicos sobre as causas primeiras e seus efeitos naturais; generaliza e sintetiza, reflete, aprofunda e explica; estuda, discerne e define motivos e conseqüências, como e porquês de fenômenos relativos à vida e à morte.


É RELIGIÃO (no sentido filosófico = religação, e não de dogmas, liturgias, sacerdotes), porque de suas constatações científicas e de suas conclusões filosóficas resulta o reconhecimento humano da Paternidade Divina e da irmandade universal de todos os seres da Criação, estabelecendo, desse modo, o culto natural do amor a Deus e ao próximo.
Paz & Bem à Todos!

30 abril 2009


Queridos Amigos,


Sempre quando vou dar uma palestra em Wokshops de Arte, ou numa Escola, Oficina ou curso de Teatro e que vou falar diretamente com jovens intressados a começar na dura profissão de ator, leio esta carta que a construi baseado na minha história dentro do teatro e que li depois de algum tempo, para os alunos das escolas de teatro do meu amigo Lucca Di Steffano em Florença e Roma no meu primeiro dia de aula em janeiro 2009, onde estou lecionando as matérias de interpretação e improvisação, em substituição ao meu querido amigo, que se recupera muito bem de um câncer, mas vamos ao que interessa. Fui convidado para conversar com vocês sobre o ator; sei que muitos aqui jamais pensaram em representar, e outros deram apenas os primeiros passos neste caminho labiríntico que é o mundo da interpretação.


É uma tarefa que exige de mim sensibilidade e coragem; acho uma grande responsabilidade falar aos jovens, e é com muita emoção e prazer que passo adiante as humildes sementes do meu trabalho artístico, com a esperança de que alguma utilidade possa ser encontrada nelas e que de alguma maneira elas possam lhes tornar a caminhada menos solitária e mais solidária, na medida em que esta receita muito pessoal provoque dúvidas e reconsiderações, ou toque o sagrado dentro de cada um de vocês, ou reacenda aquela esperança cega que Prometeu garantiu ser a conquista mais urgente para a sobrevivência do homem neste planeta.


O grande poeta e dramaturgo alemão Büchner escreveu numa cena de sua peça "Woyseck": "Cada ser humano é um abismo e a gente tem vertigens quando se debruça sobre um deles." Acho que nós atores somos duplamente esse abismo-espelho: como seres humanos e como artistas. Nossa missão é provocar vertigem e o revisionamento do abismo dentro de cada espectador, para que depois de cada mergulho em nossas personagens-propostas essas pessoas pensem, questionem, se emocionem, compreendam e amem com nova e maior intensidade, pois todos os fatos refletem como um espelho. Eu, José Eudes, ator, diretor, produtor, arte-educador e artista de teatro, 35 anos de profissão, e séculos e mais séculos de um longo período de uma Europa velha voltada para a arte, ofereço a vocês com apaixonada humildade, disciplina e generosidade o meu pequeno aprendizado nesta caminhada em cima das brasas sem se queimar que é a condição necessária para poder representar e viver com algum significado no meu bizarro país sul-americano, porém rico de atores, dramaturgos e artistas.


(...) O CÁLICE
Interpretar para mim é a possibilidade que me foi dada de me comunicar com o meu semelhante através de uma troca de idéias, imagens, palavras, gestos e emoções. Um divertido, fascinante, e muitas vezes cruel jogo que mistura ficção e realidade, consciente e inconsciente, sagrado e profano, amor e ódio, vida e morte. Uma Paixão Visceral. Através dos anos venho elaborando em cima das tábuas o meu trabalho, tentando sempre o difícil equilíbrio entre as conquistas técnicas e a simplicidade da execução. Aqueles instantes, todas as noites, em que interpreto um papel, são sempre os melhores momentos do meu dia. Isso quer dizer que levo para o palco meus sentimentos, minhas idéias, minhas alegrias, meus abismos, meu horror, minha fé cênica e minha luz. Diariamente filtro essas emoções através das necessidades de cada personagem, e recebo de volta para mim mesmo uma nova compreensão de meus problemas - e acrescento a personagem um novo enriquecimento conseguido "à quente", quer dizer, arrancado de dentro de mim mesmo do meu forno da paixão pelo o teatro. Com o correr dos anos fui aprendendo a me observar como artista e ser humano, e fui tentando aproveitar em meus desenhos interpretativos a linguagem interior de minha vivência pessoal, para conseguir assim essa difícil união entre arte e vida, que foi sempre a minha grande aspiração. Sempre acreditei que cada ator traz consigo um material fantástico, inimitável e único, muito difícil de ser conservado e desenvolvido nesta nossa era atual brutalizada, massificada e carente de boa arte e porque não dizer de um bom teatro. É um cálice de cristal interior, que deve ser preservado e defendido através de muitos terremotos, muita contrariedade, muita decepção e sensação de abandono, mas com momentos também de enorme luminosidade e clarevidência que quando acontecem recompensam o artista e engrandecem o ser humano. Cada ator é único e inimitável se ele mergulha com honestidade e caráter em si mesmo, e retrata o seu semelhante com generosidade, verdade e paixão. "Somos feitos da essência com que os sonhos são feitos" escreveu Molière, e essa é a melhor definição que conheço sobre o mistério da representação.


O CAVALO
Cada ator tem obrigação de zelar e desenvolver o seu instrumental – sua voz, seu corpo: seu cavalo. Devemos transformar nosso corpo num grande arquivo de imagens com possibilidades de serem utilizadas em nossos futuros personagens; nossa voz deve poder miar, rugir, gemer, uivar, gritar – nossas mãos podem ser galhos de árvores, garras de feras, folhas secas ao vento – nossos pés, colunas de um templo, patas de animais, nosso equilíbrio e condução. Nossos olhos devem poder reproduzir o enigma do olhar da esfinge, da visão da alma e a clareza cristalina de um poema de Brecht. E mais, devemos nos preparar para poder receber com artística mediunidade a alma do mundo, as grandes interrogações do nosso tempo, a voracidade deste universo em constante transformação, pois todo o ator é um mutante. Devemos ser suficientemente fortes para poder reproduzir simultaneamente a maravilha e o horror do ser humano, a criatividade e a autodestrutividade cênica de nós todos, homens, através desta difícil caminhada da vida. O nosso cavalo deve então se preparar para poder assumir todas estas formas, e por isso ele tem de ser constantemente reabastecido e renovado. O cavalo é também o estimulador de nossa energia, o conservador de nosso entusiasmo e de nossa fé; quando as crises vierem (e não tenham dúvida de que elas virão), nada melhor do que trabalhar na fortificação do cavalo, porque no mínimo estaremos crescendo durante a crise, estaremos trabalhando e temperando novas energias, adquirindo novas técnicas, novos conhecimentos. Podem ter certeza de que um bom cavalo torna o ator indestrutível, porque ambos são parceiros eternos.


O FOGO
O fogo através do tempo sempre foi o símbolo vivo da fé, do entusiasmo e da rebeldia; mantê-lo aceso dentro de nós é também um trabalho para a vida inteira. O fogo nasce de um estado de curiosidade natural e instintivo e pode ser desenvolvido através da conquista progressiva de uma cultura geral, de uma observação apaixonada da história do homem, da história de todas as artes, da emocionante história do teatro – e um profundo sentimento de observação do ser humano – aqueles para quem realizaremos nossas mágicas, o nosso público. Esse fogo interno, uma espécie de grande rol central de energia e fé, é uma grande defesa contra a acomodação, e me parece ser a grande mola propulsora da criatividade; devemos estar sempre atentos aos seus chamados, e é preciso não deixar nunca, custe o que custar, esse fogo esmorecer ou se apagar, porque, caso isso aconteça, seremos os artífices de uma arte morta, sonâmbula, medíocre, inútil, feia e resignada para sempre.


O MENINO
A recuperação da liberdade da infância através da vida adulta foi sempre uma das minhas metas; a criança é uma fonte incrível de informação artística - e a criança que nós fomos recuperada através do nosso lado lúdico tão atrofiado pelo correr dos anos – pode nos servir de guia, mas um guia muito especial, que caminha alegre e despreocupado, que sabe descobrir o mágico dentro do cotidiano, intuitivamente. Um grande exemplo da presença do menino dentro de um artista está na figura e na obra teatral de um dos maiores atores do século XVIII Antoine Debussy. "Eu não procuro, eu acho" afirmava o grande ator. E essa fala denuncia o menino que Debussy levava dentro de si, que interpretava com a maior facilidade, respeito e amor todas as peças de Molière, Jean Racine e Voltaire usando como base para a interpretação a carpintaria teatral que ele mesmo desenhou em seus movimentos corporais adquiridos de uma das suas paixões que era a Commédia Dell’Arte (Tanto a Italiana como a Francesa), longos ensaios e mergulhos na experimentação de novos elementos cênicos ou fazia fantástica demonstrações gratuitas ao seu público em praça pública aproveitando os “Motes” das prestes Revolução Francesa que estava para acontecer, orientando, informando, comunicando e acima de tudo educando o povo (Seus conterrâneos) da velha Paris que tanto amava e que acreditava que através de uma “Queda da Bastilha” se poderia ver implantado dentro da cultura daqueles conterrâneos os ideais revolucionários da “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”.


O menino traz alegria e descompromisso racional para o trabalho artístico. No Passeio Público do Rio de Janeiro tem um menino-anjo esculpido num bebedouro (se não me engano de Mestre Valentim) com a seguinte legenda: "Sou útil, ainda brincando". Essa é a lei e a sabedoria dos meninos. Acho que preservando o cálice, domando o cavalo, estimulando o fogo e soltando o menino, o artista está preparado para viver e criar uma vida bela e uma obra útil para a coletividade de uma nação e suas inúmeras gerações. Muito obrigado e MUITA MERDA para todos voces, que tem a nobre missão de: Informar, comunicar e educar através da arte e desta simples profissão de "Ator"!


Paz & Bem!

José Eudes

QUEM É A CIA TEATRAL ENCENAJUNTO


A CIA TEATRAL ENCENAJUNTO FOI CRIADA PELO O ATOR, DIRETOR, PRODUTOR, ARTE-EDUCADOR TEATRAL E COACHING DE ATORES PROFISSIONAIS JOSÉ EUDES, ONDE NO ANO DE 2006 EM SUAS EXPERIMENTAÇÕES TEATRAIS NO ESPAÇO CULTURAL ENCENAJUNTO, CUJO O LOCAL É USADO PARA ABRIGAR AS OFICINAS DE INTERPRETAÇÃO E TEATRO E OS ENSAIOS DAS PEÇAS DA COMPANHIA.


SUA CONCEPÇÃO TEATRAL É TODA BASEADA NA ESCOLA FRANCESA DE TEATRO, ATRAVÉS DO MÉTODO DO ATOR CARPINTEIRO, CUJO SEU DIRETOR JOSÉ EUDES TEVE O PRAZER E A OPORTUNIDADE DE ESTUDAR NA L'ÉCOLE DE ACTEURS ARTS CÉNIQUE DU THÉÂTRE MAISON DE FRANCE EM MONTMARTRE - PARIS ONDE MOROU DURANTE 6 ANOS, TAMBÉM FAZENDO PARTE COMO ATOR INTEGRANTE DA CIA TEATRAL MAISON DE FRANCE, TANTO NO BRASIL COMO NA FRANÇA, DAÍ A CONCEPÇÃO ESTRUTURAL USADA E APLICADA EM SUA CIA TEATRAL E COM SEU GRUPO DE ATORES.